Pela primeira vez, desde que me lembro de gostar de ler (ou seja, desde que me lembro de lembrar), adoptei um livro para além de um simples objecto de leitura. Agora faço o favor de colocar nas suas páginas as minhas críticas e os meus pensamentos relativos às palavras que lá estão presentes. Resultado: frases e diálogos sublinhados (riscados?); post-it's a marcar frases, citações e páginas e até pequenas notas e pensamentos meus, escritos onde há espaço para escrever mais que três frases de divagação.
Ou seja, profano o livro de Mike Gayle (ao qual, desde já, peço imensa desculpa!) e quebro com uma crença minha que havia muito tempo me perseguia: o facto de os livros serem objecto de leitura e de delícia e não poderem ser profanados com lápis de carvão negro, canetas de gel de cor azul e post-it's amarelos berrantes, pois têm der ser conservados, intactos, tal como foram comprados...
Agora vejo, eram idiotices minhas.
Quero deixar uma passagem que me fez rir e rever-me neste livro que agora leio e que me ensinou a ler novamente.
Ou seja, profano o livro de Mike Gayle (ao qual, desde já, peço imensa desculpa!) e quebro com uma crença minha que havia muito tempo me perseguia: o facto de os livros serem objecto de leitura e de delícia e não poderem ser profanados com lápis de carvão negro, canetas de gel de cor azul e post-it's amarelos berrantes, pois têm der ser conservados, intactos, tal como foram comprados...
Agora vejo, eram idiotices minhas.
Quero deixar uma passagem que me fez rir e rever-me neste livro que agora leio e que me ensinou a ler novamente.
«E agora, graças à Martina, sentia-me completa e totalmente culpado por coisas que eu tinha a certeza que não tinham nada a ver comigo. Hiroshima. Era minha culpa. O naufrágio do Titanic. Também era minha culpa. O Han Solo preso na carbonite em O Império Contra-Ataca. Fui eu o culpado, princesa Leia.»

2 comentários:
Uma das passagens que adoro nesse livro :)
God i miss reading ;_;
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