Espera! Que
a mente
É um livro
por ler,
E a alma,
carente
De desejos e
ignorante poder,
Se faz
contra o tempo.
O homem,
sábio
Mas pouco
ciente da ignorância,
Se assume
pelo vermelho do lábio
E não pela
acção da sua importância.
Cabe a nós,
poetas
De livros e
prosas e versos,
Saber ler as
acções
E tirar
delas a mente e a alma,
Que se fazem
fracções
Num mundo de
caos e calma,
Em mãos de
um múltiplo homem
Capaz de
criar um Universo
Diverso e de
desordem,
Tão complexo
Que mais o
simples ser!
Espera,
Já te
percebi.
Escrevi este poema há já algum tempo a pedido de uma amiga minha para um trabalho de Psicologia.
A Filipa Estrela.
3 comentários:
Muito bom :D
Os teus poemas são o máximo :)
Obrigado Filipa :P
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